A inocência.
Vista-me com a tua inocência pois o meu poder sobre ti me perturba. Você testa a minha honra hora após hora enquanto tento apegar-me a minha decência.O animal que vive em mim arranha as minhas entranhas afim de devorar a tua carne.Não posso me afastar pois injusto seria privar-te de meu afeto sincero e dedicado.Não posso aproximar-me,tenho pavor de minha fera como o fazendeiro teme a erva daninha.Que vem após as chuvas.Fazer definhar os bons frutos.
Como poderia eu amar outra se não tu?que nem és a mais bela,mais teu rosto resplandece e meus elogios te indignam,pensas que minto e ficas corada,como eu poderia te dizer?como te faria entender?que não é a beleza em simais como ela se mostra sutil-mente,afinal como poderia eu amar uma mulher fria e seca que apenas expressa orgulho ao mundo,escondendo a tristezaseria como amar uma estátua de mármore que não tem sabor ou vida.
Estas coisas me atemorizam pois conquistando o seu amor ele seria uma posseeu me sentiria como a ave de rapina sobre a presa,que dela tudo conhecemais e tu?o que conheces de mim?além de que por acaso,seria mais vantajoso correr.como eu consigo abafar meus uivos,esconder as minhas garras?quando você passa por mim bem perto e posso sentir o odor reconfortante de sua pelee olhar sua expressão singela e inocente nos seus olhos azuis,esperando algo queeu não deveria dar-te e que não poderias pedir-me eu vejo o meu dilema o dilema de ser o cavalheiro ou a fera.Apenas sei que o que é aprisionado deseja a cada dia mais e mais a própria liberdadeque o melhor dos homens pode ser sobrepujado por suas tentações.
E que o Senhor me ajude,ou me per-doe se for o caso.
Amén
Vista-me com a tua inocência pois o meu poder sobre ti me perturba. Você testa a minha honra hora após hora enquanto tento apegar-me a minha decência.
O animal que vive em mim arranha as minhas entranhas afim de devorar a tua carne.
Não posso me afastar pois injusto seria privar-te de meu afeto sincero e dedicado.
Não posso aproximar-me,tenho pavor de minha fera como o fazendeiro teme a erva daninha.Que vem após as chuvas.Fazer definhar os bons frutos.
Como poderia eu amar outra se não tu?que nem és a mais bela,mais teu rosto resplandece e meus elogios te indignam,pensas que minto e ficas corada,
como eu poderia te dizer?como te faria entender?que não é a beleza em si
mais como ela se mostra sutil-mente,afinal como poderia eu amar uma mulher
fria e seca que apenas expressa orgulho ao mundo,escondendo a tristeza
seria como amar uma estátua de mármore que não tem sabor ou vida.
Estas coisas me atemorizam pois conquistando o seu amor ele seria uma posse
eu me sentiria como a ave de rapina sobre a presa,que dela tudo conhece
mais e tu?o que conheces de mim?além de que por acaso,seria mais vantajoso correr.
como eu consigo abafar meus uivos,esconder as minhas garras?
quando você passa por mim bem perto e posso sentir o odor reconfortante de sua pele
e olhar sua expressão singela e inocente nos seus olhos azuis,esperando algo que
eu não deveria dar-te e que não poderias pedir-me eu vejo o meu dilema
o dilema de ser o cavalheiro ou a fera.
Apenas sei que o que é aprisionado deseja a cada dia mais e mais a própria liberdade
que o melhor dos homens pode ser sobrepujado por suas tentações.
E que o Senhor me ajude,ou me per-doe se for o caso.
Amén

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