Eu sou a Justiça,os homens que me criaram,me fizeram cega,arrancaram os meus olhos,para que eu não pudesse ver por mim mesma,pelo que eu sou,a manutenção do que deve ser justo!
Então eu já cega,os que me criaram me deram a balança de mercador,me instruíram para pesar de um lado as falhas humanas,do outro,o ouro brilhante e decidisse em favor do que tivesse mais peso.
Por fim eles me deram a espada, terrível e afiada,para punir sem piedade o resultado final
um gume é voltado para os homens e o outro para mim,a cada golpe o que eu sou se la-cera.
Eu sou a justiça,nada do que eu deveria ser.

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