Não sou um erudito de minha língua.
Não sou entre os homens alardeado.
Não clamam o meu nome quando eu passo.
Sou um homem simples com um sopro.
Me perdoem então os erros que eu cometo.
Se no meio das palavras me lambuzo.
Se de canto, deixo cair melado.
Me perdoem se não sei fazer poesia.
É na prosa que eu me sinto confortável.
Sou homem simples sem riquezas.
Minhas palavras me fazem recompensado.

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