Percebi a vida não como propriedade defensável,de investimento moderado a longo ou curto prazo,percebi a vida não como riqueza ou como pobreza,percebi a vida sem obrigações ou molezas.
Entendi que a vida não se perde ou se ganha mas se passa,que a vida tem excito de estar mas que se perde em muito tempo a pensar.
Notei que minha vida não era propriedade de direito,quando beneficiando eu mesmo quebrava o alheio...
percebi assim o valor da vida quando pude acertar escolhendo não competir,estando apenas atento para ocupar meu lugar,estava lá a vida por mim a vida para mim,onde terminava a minha começava a outra onde começava a outra eu percebia a minha.
Notei que estava afetando os demais,que vida tem espaço e degladia em harmonia,quis sentir o vento em meu rosto e saber que essa sensação não me prostrava em debito com nada.
Percebi que me apressei em dever as coisas a mim mesmo e minha divida só aumentava com o tempo,escolhi então dever ao tempo e ser feliz.

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